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26.2.04

Símbolo


Ergo minhas mãos e ofereço-as a ti. Ofereço meu corpo no sacrifício que tirará o ofício de meu sacro-amor para limpar as lágrimas derramadas em vão nome do modesto superior. Fecho meus olhos para negar a dor que me corta a vida que fora almada. Rezo por piedade da lágrima que orvalha sobre o que a navalha cegou. Amortizo os gemidos de outrora no pudor para evitar entrergar a palavra que mente e para proteger o ar em rubor da tua glória de em minha vida humana. Abaixo minha guarda para apoderares-te do pulsar aprisionado no interior do aparador dos teus medos. Registro os barulhos do esquecimento para lembrar de minha lealdade tua em servir a felicidade do mútuo ser único. Apodero-me da ciência dos rituais para fixar o feitiço contra contra feitiço da tua armada mágica boca anti lado dos outros.
E sabendo da tua paixão, desespero-me.
Vendo o rosto que pedira mais, desespero-me.
Imaginando o trriângulo que fora quarteto, desespero-me.
Sendo o que me ensinaste a ser, amo-te.
Por ser mais um anjo despercebido de tua moral e clareza, feço preces para obteres sucesso, pois será amanhã o dia em que fui vítima do teu dedsprezo.


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